A saga de um cidadão comum
neste vale de lágrimas e sonhos.

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terça-feira, 1 de setembro de 2020

Trupiquei, caí, levantei. Você também? Hora de renascer.

Este é o causo da criança feliz que ouvia vozes e conversava com espelho. 


Sumário: Era um recanto feliz. O menino curtia infância, pacata. Varíola, cachumba, tifo, chifrada, coice, pedrada ou, no advento da cibernética tiro de raio laser, eram riscos comuns. No lugar de irmãos mais velhos que fugiram, foi para internato. Anos depois, às vésperas dos votos de pobreza, lhe pedem ajudar mãe, viúva com crianças. Superam perda, com apoio de amigos do pai. Torna-se profissional inovador e respeitado. Enriqueceu muitos clientes. Casou, teve filhos. Cultivou valores e tradições. 
Foram felizes para sempre? 
Mas este é outro causo.
Um dia, no auge de carreira premiada e negócios, se viu traído por 3 irmãos e família. Cai em depressão. Abandona sonhos. Perde tudo. Silencia em sigilo profissional. Arrastado por colegas, implanta tecnologias de referência mundial. No fundo do poço, com esposa e filhos, reage. Recupera lar, casa dos avós, bens e memória do pai. Torna-se voluntário em movimento renascentista. 
Este depoimento é sua estória. Podem haver controvérsias. Confira.

“Hoje, estamos todos caídos.” Diz Professor Ivan, co-fundador RenaSCIdade que propõe reinventar a vida, através da Governança Inteligente. “Você não precisa ser gênio, campeão, líder, para renascer. A vida pode sempre melhorar. Recomeçar do Ponto Zero.”

Não importa a luta ou tombo. Converse com espelho. Ouça vozes. Tenha fé no Universo.

Depoimentos de Ivan Kallas, conhecido na rede digital como Cyber Véio

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                Contam os antigos a vida de Jó. Honesto, trabalhador, pai de família. Perdeu tudo.  Deu a volta por cima. Recuperou. Voltou melhor que antes. Hoje, muitos estão assim. Não sabem o que fazer. Sem emprego, patrimônio, renda. Nada. Após pandemia será preciso recuperar. Reconstruir. Por isso este depoimento, pois, diz a música:

- “Trupiquei, cai, levantei, tornei trupicá, caí, levantá.”                 E como diz o caboclo:

- “Num é prá mim gambá. Mais procêis, num caí nu mesmu buracu. É prá tamém sabê levantá.”

        Melhor cair só ou acompanhado? “Fomos eu, esposa e 3 filhos morar no quarto da casa da sogra. Desviava da padaria, por não ter grana para comprar bala. Apoiados uns nos outros, o destino nos recompensou.” Família criada, a luta do 1º professor eletrônico do país, continua.

Resumindo ascensão, queda e recuperação em mais de 50 anos:

·         Após infância feliz e adolescência no convento é chamado para ajudar mãe e irmãos menores.

·         Apoia estudo e casamento dos mais velhos. Forma e encaminha os mais jovens desde crianças.

·         Em vitoriosa carreira no país e exterior investira tudo na familia. Imóveis em BH e SRS.

·         Seu ebook é prêmio SUCESU, cientista do ano, FAI 1993-97; convidado a ser Diretor.

·         Dando procuração em branco para partilha dos avós, recebe ATA e aviso de despejo de 30 dias.

·         Um irmão redigiu. Outro foi eleito Síndico. Pretendia se apossar de todas as propriedades.

·         Majoritário, empossa cada um na sua parte do legado. Que abandona depois, respeitando Ata.

·         Descobre que irmão fora indiciado em 40 estelionatos. Hipotecara seus imóveis. Perdera tudo.

·         Em depressão, morando de favor, implanta casos pioneiros mundiais. Publicados.

·         Vende bens restantes para suprir despesa. Forma filhos que passam a sustentar família.

·         Após 10 anos, no fundo do poço decide reassumir judicialmente seus direitos.

·         Banco Estatal, suspeito de corrupção, é condenado e multado. Sentença em execução.

·         Promove novo Interdito em SRS; juiz, suspeito, debocha. Tribunal lhe cassa Sentenças.

·         A pedido da esposa, reassume recuperação da Casa Kallás. Hoje em pleno sucesso.

·         Assume voluntariado em escola, antecipando soluções pioneiras de ensino-trabalho remotos.

    ·         Câmara Municipal homenageia centenário do pai, Vereador Farid Abrahão Kallas. 

·         Temporal e Pandemia destroem seus negócios com perda de 100% da renda. Fecha escolas.

·         Após 3 meses, família e negócios se equilibram. Surgem novos parceiros e projetos.

·        Propõe a Prefeito criar 50 empregos em co-work e milhares digitais remotos. Aguarda resposta.

    ·         Propõe criar Agência de Atendimento a Turista/Investidor em permuta com Câmara Municipal.

·         Formaliza Instituto RenaSCIdade com cientistas e executivos de todo o país.

No auge da pandemia indaga: “Fui traído? Ou bobo? Recebi notificação de despejo de 30 dias com esposa grávida e 2 crianças. Ao comando de irmãos que ajudei a formar ou criar. Cumpri!”

        Muitos diriam para não publicar este caso. Só contar vantagens. Não confessar tombo, fracassos. Esconder roupa suja. Fácil culpar. Reencontrar caminho é o difícil. “Por isso só ponho fé na Justiça do Universo. Lei do retorno. Você colhe o que planta. Plantei o bem. Hoje sou rico sem ter nada. Só direitos e dignidade resgatados.”

Mas Sociedade Digital precisa de InternÉtica. Acabar com lei da esperteza. Foram 10 anos de desespero. Mais 10 de conformação depressiva. Suplício pessoal e familiar que exige ser registrado. “Demos a volta por cima.” Como novo Romeu-Julieta que, ao invés de desistir, enfrentaram. Optaram viver. Tiveram filhos. Renasceram das cinzas. Para reescrever estória. Com amor e vida.

Sociedade e famílias não podem mais esconder malfeitos. Justificar. É preciso descobrir porque tantos se tornam malandros, alienados ou depressivos. Até sem ter consciência. Marcha ré. Família à deriva. Golpes fajutos. Corruptos. Por isso, curriolas se formam para assaltar patrimônio alheio e, muito mais, do Estado. São os pais que ensinam os filhos. “Mas safado burro não prospera. Safado inteligente, cedo ou tarde, paga sua conta. Aqui ou além.”

Voce leitor vai dizer: Já vi esse filme. Sim. Esta é mais uma estória porque 9 em 10 partilhas são litigiosas. Só 1 em 400 negócios sobrevivem. Cerca de 90% fecham até segundo ano. Sobrevivem 16% incubados ou 40% do INATEL. Porisso, é preciso contar este causo. “Nenhum cliente meu jamais perdeu. Sucesso de 100%.” Diz o professor. “Quase fracassei no meu próprio caso. De família”. Num é pra mim gambá mas prá ocê levantá. Dandu a vorta pur riba.

A crise pegou feio? Levante e sacode poeira.  Fica a mensagem. Brasil precisa se levar a sério. Para malandro não repetir. Aventureiros, que tentam trapacear. Nem deviam ver a placa do caminhão que os atropelou. Mais que pandemia é preciso superar corrupção.

Linhagem e sobrenome Kallas é de Guardiões. Construtores Templários. Lapidadores dos monolitos gigantes de Baal-Beck. Plataformas de astronaves? Fenícios. Hoje navegamos mar bravio da vida remota. Confinamento. Pandemia. Exclusão. Bolsa esmola. Com a perda prematura do primogênito, sua casa poderia virar lucrativo leilão.

“Querem saber? Se sou milionário? Sim. Porque estando em casarão da praça escalo telhados?  Derrubo estuque? Espanto abelhas? Pombos? Enfrento meliantes? Economizo? Planto hortas e carrego pedras? Querem saber se poderia ir às Bahamas ou Dubai com venda ou demolição de imóvel centenário? Como recomenda amigo? Ou debochou o juiz local?” Com todas as sentenças cassadas pelo Tribunal?

“Não! Não tenho grana para exibir. Tudo, muito ou pouco, é voltado a recuperar lar, família dignidade e negócios dizimados. Por temporal, pandemias ou ambição fraterna. Construir mundo melhor. Na Governança Inteligente.” Redes Estruturantes da Nova Era da Abundância. Não escassez.

Esta estória parece boba. Comum. Reprovável. Talvez. Mas... Olhe-se no espelho. Ouça vozes.

“Você também pode renascer. Jó somos todos que acreditamos no sucesso honesto.”

Juntos vamos vencer.

 O Véio e os
Guardiões Renascentistas.

 

segunda-feira, 27 de julho de 2020

Meu Mundo Meu Quintal - MHC 000


MHC 000 - Memórias de um Homem Comum
MEU MUNDO. MEU QUINTAL.

Relembro o fascínio da vida desde quando nasci.
Bebês vinham por cegonhas. Ou pés de couve. Cheguei no novo hospital. Levado pelos pais. Só aos 12 anos descobri como. Fiquei chocado mas feliz. Já desconfiava e adorava a idéia de meninos e meninas brincar no porão. Descobrir diferenças. Mesmo que sejamos todos iguais.

Os mais velhos saiam sozinhos. Ganhavam merendeiras. Eram os últimos da fila mas primeiros a ter coisas próprias. Eu só podia ir para escola depois de crescer.  Foi duro esperar minha vez. Agora tenho preferência de idosos. Mas as filas dos outras sempre andam mais rápido.

Na escola todos seriam iguais. Mas alguns eram diferentes. Uns nem tinham merenda. Os xodós faziam dever direitinho. Outros ficavam de castigo. Eu queria aparecer.
Contei que minha tia estava na 3ª dentição. Debocharam. Disse que minha priminha parecia com a da capa da Manchete. Fessora me chamou de retardado. Respondi uma vez que a 2ª parte da missa seria “épistóla”. Fui vaiado em coro mas o padre parabenizou. Só corrigiu acento. Epístola.
Hoje alguns ainda pensam que sou besta. Será que sou? Só eu? Ou quem não é?

Vovô, viveu 106 anos. Menos 2 que ficou doente e não sabia de nada.
Falava com sotaque: - Brofessor. Senior inteligenti. Infrentei i resorvi tudu na vida. Só num sei una cosa. Mi respondi: Da ondi nós fem. Bra ondi nós fai. Cuma nós fica. - Acrescentava:
- As pessoas que Jesus ressuscitou não contaram como é ficar morto? Ninguém perguntou? Que povo burro. Deviam perguntar.
Vovô era prático. Não queria saber quem somos. - Como o filósofo grego, mas sim: - Como ficamos! Sempre estimulava todos com a frase: - Tuca brá frenti. - Vamos tocando então.

Hoje não sei se ficamos bem ou mal nesta vida.
Dizem que sou controverso. Uns me chamam de gênio. Outros idiota. O juiz duvidou de meus momentos de extrema necessidade. Com 40 reais para passar um mês. Família em dificuldade. Por causa de golpe de dois irmãos. Na casa de nossos avós. Na praça. De certo juiz pensa que vigia, porteiro, zelador são milionários. Mas este é outro causo para o futuro. Vou contar tudo.

Do alpendre, assisto missa pela janela. Espio a praça. Uns cumprimentam. Crianças brincam. Famílias se divertem. Tranqüilas. Apressados acordam tarde e correm atrás do prejuízo. Mendigos locais ou importados. Fazem michê no semáforo. Domingo, coroinhas e beatas dão volta no jardim para entrar. Antes era pelos fundos. Ou o fundo agora fica na porta da frente?
Durante a semana faço ginástica, tomo café. Vou para o Fundo de Quintal ver disputa de galinhas com a horta. Comemos sozinhos ou separados na Casa da Vovó. Hoje são 7 hóspedes parceiros, Queremos ser 70. Mais um zero? À noite reunião remota. Todos na net. Amigos, cientistas, hackers. Confinados. Normal. Enfrentamos enfim o que o mundo nos reserva.

Estas e muitas dúvidas me perseguem. Pessoas me procuram. Uns atrás de conselhos, outros de dinheiro. Negócios. Sei lá o que. Agora, com mais freqüência. Amigos, papos, estudo, trabalho, diversão... A pandemia tirou todos da zona de conforto. Queremos voltar ao que era. Mas passado não volta. Não existe mais. O novo mundo chegou.
Mas se é novo ou velho, continua normal. Prisioneiros da própria casa? Do mundo? Ou quintal.
Ou será como Hawking, aquele saudoso cientista tetraplégico dizia:
- Estou preso numa cadeira de rodas. Mas minha mente é livre.
E arrematava: - Enquanto houver humanidade há esperança.
Ele, que não acreditava em Deus, será que o encontrou? Meu avô também?
Felizmente a maioria vai se virando por aqui mesmo. Buscamos soluções físicas ou mentais.

Estou preso pelo destino na Casa da Vovó. Um casarão na praça de pequena cidade do interior, que não se conforma com a mediocridade e limitações. Sempre rompendo barreiras. Em festas ou velório. Sempre celebrando a vida ou o que vem depois. Onde famoso juiz de Haia dizia:
- Nas ruas desta pequena cidade aprendi os princípios da sociedade internacional.
- Neste casarão, da arquitetura, história, aos hábitos, tudo representa liberdade.

Desde a juventude escrevo memórias. Obrigatórias no colégio. Acostumei. Publico muitas.
Causos, reflexões, livros, relatórios técnicos, projetos. Desilusões. Sonhos. Esperança.
Cientistas de dados de todo o país, hackeiam e pedem para consolidar minha obra.
Outros querem minha história. Simples, sofrida, divertida, às vezes vitoriosa.
Pessoas importantes ou carentes criticam ou pedem ajuda. Outros querem me passar a perna.

Este textos são minha resposta ao mundo. Retomam Memórias de um Homem Comum.
O objetivo é compartilhar com você um pouco de esperança. Solidariedade. Alegria de viver.
Quem sabe solução. Para a reconquista do que talvez nunca tenha sido normal.
Pois nosso mundo hoje cabe dentro do quintal da casa de nossos avós. 
É um Recanto Feliz.
O Véio.

quinta-feira, 2 de julho de 2020

Pandemia. A Luz além das Trevas

FIM do mundo?
Ou ... Começo da NOVA ERA?

Retomo meus "causos" e escritos. Sem saber qual será o último.
Desta vez sob impacto da transformação nos sonhos da humanidade.
Desde a civilização antiga, greco-romana, oriental, idade das trevas, renascença, epidemia espanhola, guerras locais, mundiais ou fria, terrorismo, alienação, ... jamais vivemos tamanha calamidade. Todos no grupo de risco. Ambiental, social, econômico .....
Portanto na fila para o outro lado. De onde viemos e sempre estivemos, desde o nascimento.

Renuncio a minha vaga de tratamento intensivo para algum jovem. Melhor proveito. Enquanto organizo meus 70 anos de rabisco, desde que parei de mamar.

Este blog foi construído para compartilhar caminhos. Pessoais, familiares ou de nosso pequeno "recanto feliz" que se transformou em polo tecnológico. Os rumos mudaram. Catástrofe ambiental, financeira e moral geraram em nossa vida dissensos e gestão temerária. Até fraudulenta.

Ninguém previa que temporal de granizo e pandemia viriam destruir tudo, colocando em risco tantas pessoas. Em nosso reduto, 11 negócios, pequenos e grandes, entraram em colapso. Fecharam. Mais de 30 ocupações desapareceram. Renda caiu a zero. Dívidas acumuladas. Enfim o caos.
Estamos obtendo resultados promissores na reconstrução de nosso meio de vida.
Talvez o primeiro condomínio empreendedor a se estabilizar após calamidades.

E agora?

Aos 74 anos, poderia apurar o que sobrou do desastre e viver folgado com esposa pelos anos que a média de vida permita. Assistir filhos crescerem pelo esforço próprio. Mas não.
O desafio é mais atraente que o ócio.
Após encerrar a vida e carreira profissional com sucesso em mais de 100 casos, faltava a luta final. Vencer combate superior a tudo quanto existiu no último século. Talvez milênio.

Sou pois apenas mais um herói que, pensando fugir da batalha, com ambígua opção do mato ou morro, não sabendo onde se esconder, correu para o meio do furacão suicida.
Atirando como cego no escuro? Isto não. Pois sempre é preciso focar. Vencer batalha pessoal. Contra a tempestade, pandemia. Ganância da família e sociedade que se comprazem ver tombar quem luta.

O desafio é igual ao seu, amigo leitor. Coisas simples.
Preservar a Casa da Vovó. Quem já não teve ou sonhou com uma?
Restaurar o Fundo de Quintal. Quem não daria tudo por um pedacinho de chão cultivado?
Reencontrar caminhos da Empresa do Vovô? Que o homem busca desde Adão e Eva.
É por isto que estou aqui. Retomando garatujas. Com tempo para pensar. Ou talvez nenhum!

Creio que a única solução da humanidade é ética e solidariedade.

Fazer do amor, competência e dedicação ao próximo a arma que vence calamidades.
Reunir energias para iluminar. Com respeito e humildade para com os que sofrem mais.
Este é o desafio do século. Do milênio. Da vida. Vamos lutar. Vamos vencer. Juntos.
Compartilhar alguma luz, além das trevas.

SEJA FELIZ VOCÊ TAMBÉM.
O Cyber Véio.

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

A saga do Cyber Véio no Vale da Eletrônica


Na viagem da pedra lascada à ciber vida, o Véio é personagem virtual. Inspirado em pessoas e estória real na revolução da cibernética. Daí o termo Cyber RV que usa inovação, criatividade e tecnologia. Registra passado e desvenda porvir em busca de reflexões e soluções práticas para o dia a dia. Ensaia criar o mentor autômato do futuro.
Inspira-se nos fatos efeitos de migrantes ou refugiados, libaneses, judeus, italianos, espanhóis, portugueses e tantos que, por gerações, viram a comunidade rural de Santa Rita do Sapucaí tornar-se polo tecnológico. Busca raízes no passado e luta para preservar o futuro. Serve de referência e exemplo para qualquer pessoa, família, comunidade, grupo que pretenda encontrar um Recanto Feliz, para viver.
Há milênios começa esta estória de todos nós. Ninguém sabe onde ou como. Contam-se muitas versões. Você, deve ter a sua, aprendida em família, escola, igreja ou tradição. A saga do Cyber Véio não é diferente. Um emigrante, com esposa, relata seu último olhar, em 1906 DC, sobre colinas do Vale de Bekaa, território de antigos fenícios e hititas, com ruínas do templo de Baal. Estórias perdidas na fratricida guerra de Caim e Abel, palestinos e judeus, ocidentais e orientais, norte contra sul, redondos e quadrados, verdes e azuis, etc. Sua família traz nome de lapidadores de calcário. Construtores templários, hoje pastores, agricultores, obreiros de toda profissão. História relatada por aí. Pretendiam recomeçar a vida onde houvesse alimento e paz.
Sessenta anos depois, o primogênito, co-fundador do Vale da Eletrônica sob comando de Sinhá Moreira, dedicado à política e aos necessitados, perguntava ao filho de carreira monástica:
- Porque Deus permite que a gente sofra tanto?
Faleceu em 21 dias, de fulminante doença, na época incurável. Esposa, sem rendas ou bens, manteve casa na capital, aberta por anos a dezenas de estudantes, saudosos, famintos, carentes do carinho doméstico.
O filho do meio, em estudos para monge missionário, deixou convento de Congonhas com casa de campo hoje submersa pela barragem de Ouro Branco para cuidar da mãe viúva e apoiar irmãos. Relata Memórias de um Cidadão Comum, publicadas ao poucos. Das quais saíram obras literárias e técnicas. Sem falsa modéstia, disponibiliza dados, informações e interpretações pessoais de vida e impacto da tecnologia na sociedade. Da qual é testemunha e cobaia, da infância à melhoridade. Espera que tais relatos inspirem quantos possa ajudar. Ou como dizia o avô:
- Para o bem de filhos e netos meus e de meus amigos.
Estendida ao passado e futuro, esta saga se concentra em torno dos 40 anos em que foi publicada a maior parte de sua obra, desde Jornada para o Futuro, UFMG / Ohio University, 1984, levando a tornar-se um dos consultores mais bem pagos e respeitados do país. Voltando à pesquisa na cidade natal, saía do Congresso SUCESU 1997 como um dos três melhores cientistas do ano. Voltou a pé para casa, por não ter dinheiro para táxi. Investira tudo na idéia. Declarado de Notório Saber em 2006 com referendo de corporações internacionais, quase é despejado do Lar, preso por maracutaia de mensaleiros em malfeitos da família, amigos e trapalhadas de juízes.
Não se trata de lamento, nem história triste.
Mas do esforço insano e incansável que pessoas de bem, obreiros, professores e cidadãos comuns, enfrentam, num mundo em conflito e país de falcatruas. Trata-se de afirmar, da 1ª geração de refugiados à última de profissionais inovadores, a luta para sobreviver honestamente. Declarar fé no desenvolvimento e esperança de que:
Tecnologia e ética trarão sorte melhor à humanidade.
A recompensa vem dos filhos e netos que dão suporte à obra material, técnica e hoje se dedicam à vida profissional e pessoal. Resumida na expressão do mais velho após sua 35ª cirurgia reparadora de sequela congênita :
O objetivo é a vitória da perfeição. Ou nada.
Em 2016, convidado a relançar obra e pesquisa em ambiente de internet das coisas e escola sem mestre, o Véio padece das contingências comerciais e judiciais que o impedem ou dificultam. Mas que há de superar como o fizeram seus antepassados.Esta saga, contado por capítulos ou remetida à obra leiga e especializada de inúmeros autores e personagens, conta hoje, de novo com apoio de instituições do Vale da Eletrônica para construir o Mentor Autômato Cyber RV credenciado FIRJAN/Iberoeka e relançar o Instituto Interactor. Constitui a firme convicção de uma sociedade melhor, mais justa, que encontra na pedra lascada a primeira tecnologia, se torna animal dominante e, através da cyber vida solidária, poderá perpetuar a conquista da felicidade.
Convida os que lutam e sofrem a enfrentar seu caminho para a vitória.
O Véio.


quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Sobre o Vale da Eletrônica



A embaixatriz Dona Sinhá, sobrinha do Presidente Delfim Moreira, se inspirou no Japão para sua maior obra. Viúva sem filhos e herdeira de grande fortuna, dedicou tudo a pobres e ricos. Da cesta básica, financiamento habitacional, empreendedorismo, à educação pioneira, remoldou o perfil de uma comunidade rural, transformando-a em polo tecnológico pioneiro.

Sobre a Casa Kallás


O sonho se cristaliza quando o homem sai da caverna e constrói novo lar.

O nome Kall-as vem de antiga e lendária corporação de construtores em calcário. Casas, palácios e templos como BaalBeck e o maior monólito jamais visto, testemunham seu labor, origem e lendas. Lutaram ao lado de Alexandre o Grande, conforme antigo epigrama. Tapetes árabes retratam rapto da filha do navegante fenício por cavaleiro hitita. De vilarejos produtivos nas praias e montes Líbano, saíram como exploradores ou refugiados. No mundo e no Brasil, da pequena loja ao hypernegócio, suas famílias se fixaram em muitas cidades.

Sobre o autor

Cyber Véio ou Cyber Mestre para amigos e colegas, Ivan Kallas, é testemunha e cobaia do impacto da inovação na sociedade. Em criança viu pais e comunidade apoiar Sinhá Moreira a criar, nos anos 50, o Vale da Eletrônica, em Santa Rita do Sapucaí, MG, Brasil.

PhD Equivalence
Pós doutorado em ICT Information Communication Technology

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Notícia 03 do Cyber Véio

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